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CENTRAL DE SUPORTE À INDÚSTRIA

PRODUÇÃO DE EPI

 

Máscaras com materiais alternativos para fabricação industrial

*** Esta máscara foi desenvolvida em parceria com a FIESC/SENAI e AUDACES. A especificação técnica define os requisitos mínimos para a confecção deste EPI, e o produto foi simplificado e adaptado para a confecção em maquinário industrial tradicional.

Máscara de proteção - como fazer***

 

Máscaras, aventais e macacões para uso odonto médico hospitalar

Esta especificação técnica define os requisitos mínimos para a confecção de AVENTAIS, MÁSCARAS DESCARTÁVEIS E MACACÕES PARA USO ODONTO MÉDICO HOSPITALAR. Os produtos foram simplificados e adaptados para a confecção em maquinário industrial tradicional.

ARQUIVOS DISPONIBILIZADOS

OBSERVAÇÕES:

Este material está sendo constantemente atualizado e novas informações serão disponibilizadas.

Havendo disponibilidade de produtos para venda ou doação, favor comunicar para podermos estar passando as instituições que demandarem.

Tudo o que você tem saber sobre TNT máscara cirúrgica, máscara hospitalar, máscara descartável

Materiais indicados para avental descartável. TNT na fabricação de avental contra coronavírus.

Outros Epis têxteis

 

Álcool 70%

De modo a auxiliar às indústrias interessadas em informações pertinentes a respeito da fabricação e distribuição de álcool 70%, devido à elevada demanda deste produto no mercado, seja para doação ou comercialização, destacamos algumas informações relevantes.

Substituição para o Carbopol:

  • Diante da escassez de Carbopol no mercado, ingrediente esse usado na fabricação de álcool gel, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou duas formações alternativas empregando glicerina para substituí-lo. Essas formulações podem ser encontradas no arquivo “Formulação álcool gel alternativa da OSM”.
     

  • Em nota no dia 21/03/2020, a Anvisa permitiu a comercialização de álcool líquido 70% GL, desde que em embalagens de até 1 litro (Nota da Anvisa álcool líquido 70).
     

  • Para a finalidade de produção para doação ao SUS e hospitais a Anvisa publicou uma nota técnica informando a não necessidade de autorização de fornecimento e dispondo os requisitos mínimos exigidos no documento (Nota doação de álcool)
     

  • Para empresas de medicamentos, cosméticos e saneante a Anvisa, pela RDC 350, facilitou a aprovação de álcool gel dispensando registro para empresas deste ramo, desde que tenham todas as documentações de funcionamento em dia, inclusive para fabricação e estocagem de substâncias inflamáveis.

Devido a pandemia causada pelo COVID-19, a demanda de álcool gel 70% no país cresceu mais de 6500%, por ser a concentração com maior poder de desnaturação de proteínas dos microrganismos, como vírus e bactérias. Diferentemente do álcool em solução que há métodos rápidos para determinação do teor de álcool por meio da densidade, para o álcool gel não há método rápidos para controle de qualidade do teor de álcool. A dificuldade de se desenvolver um método simples para esse controle se dá pela diversidade de formulações possíveis do álcool gel, ainda mais que a organização mundial da saúde liberou outras formulações alternativas devido à falta de algumas matérias primas das formulações clássicas. 

ARQUIVOS DISPONIBILIZADOS

Dica: Para facilitar que empresas possam iniciar a produção de álcool 70% em gel ou solução líquida disponibilizamos uma lista de possíveis fornecedores para os insumos necessários para a formulação alternativa da OMS ou álcool líquido. 

Atenção e cuidados com o álcool gel

Ensaio de controle de qualidade de produtos executado por um terceiro é uma importante ferramenta para gerar confiabilidade nos produtos da indústria e fortalecer a marca. Diante deste cenário, o Instituto SENAI de Tecnologia Ambiental de Blumenau, desenvolveu um método laboratorial capaz de determinar o teor de álcool em álcool géis para controle de qualidade destes produtos empregando cromatografia gasosa.

 

Diante disto, continuam sendo necessários os requisitos da RDC 46 que dispõe as regras para comercialização de álcoois que devem ser respeitados, com exceção das empresas que se enquadram na RDC 350 que não precisam atender os requisitos do artigo 2º da RDC 46.

 

Face Shield

A face shield é um equipamento de proteção individual, do tipo protetor facial, podendo ser utilizada por profissionais da saúde e por pacientes. Atualmente, devido ao advento de impressoras 3D, há uma forte mobilização por parte de makers imprimindo os suportes, principalmente em material denominado PetG.

ARQUIVOS DISPONIBILIZADOS

Nota: A FIESC, em parceria com a ABINFER, esta atuando de forma conjunto em projeto unindo esforços de empresários na fabricação de moldes de injeção para a Face Shield. Estima-se a produção de aproximadamente 500.000 peças para doação até dia 08 de Abril, em atuação com os estados do RS, PR, SP e MG. Caso queira fazer parte e contribuir conosco nesta causa, faça contato conosco.

Parecer de profissional da saúde sobre a Face Shield com recomendações e adaptações

Sobre essa demanda, algumas informações:

  • Disponibilizamos alguns modelos de tal produto já em formato STL, compatível com a impressora 3D.

 

  • Há outra força tarefa para a injeção destes suportes.

 

  • O molde e as injetoras são um investimento elevado, porém que geram alta produtividade de peças.

 

  • Recomenda-se que essa ação seja adotada somente por profissionais da área.

 

  • Disponibilizamos o arquivo em CAD da peça, modelado em software SolidWorks.
     

  • Há uma ferramentaria de Joinville que está projetando o molde e em breve será disponibilizado o arquivo CAD do molde de injeção também.

Entretanto, somente o suporte não basta, também se torna fundamental a denominada “viseira”, que se recomenda que seja de acetato ou PetG, transparentes, normalmente estes materiais podem ser encontrados em gráficas e papelarias, porém neste momento, a procura é grande, segue abaixo algumas possíveis soluções:

  • Uma solução são as lâminas antigas de retroprojetor, que podem ser encontradas em escolas ou universidades guardadas por alguns professores.

 

  • Outra alternativa que o governo Argentino está empregando é utilizar chapas de raios X que a população guarda em casa, após os exames.

 

Ainda, é necessário um pedaço de elástico, para fixação na cabeça da pessoa, de aproximadamente 32cm.


 

Outra alternativa é a compra de protetores faciais já prontos para utilização. Disponibilizamos uma relação de fornecedores com estoque e capacidade produtiva em planilha anexa.

 

Regras Básicas Para Fabricação e Uso de EPIs

De acordo com a Portaria nº 3.214 de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho o Equipamento de Proteção Individual é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

 

Como suporte a esta demanda emergencial devido a pandemia de Covid-19, causado pelo SARS-CoV-2, decidimos agregar em um único ambiente algumas regras básicas que devem ser atendidas para fabricação de EPIs, considerando: resistência, aplicabilidade ao risco, esterilização, manipulação, embalagem, certificação, entre outros.

ARQUIVOS DISPONIBILIZADOS

ALERTA: REALIZAR ANÁLISE CRIÍTICA DA RESOLUÇÃO  - RDC Nº 356, DE 23 DE MARÇO DE 2020, POIS NELA HÁ ASPECTOS MANDATÓRIOS PARA A PRODUÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

  • ALERTA (LEITURA OBRIGATÓRIA) Requisitos para a fabricação, importação/o e aquisição/o de dispositivos médicos identificados. RESOLUÇÃO - RDC Nº 356, DE 23 DE MARÇO DE 2020.
     

  • Regras básicas para fabricação de EPIs (Aventais, Máscaras Cirúrgicas, Respiradores, Protetor Facial e Gorro).
     

  • Critério básicos para aprovação de EPIs, de acordo com o comunicado do Ministério da Economia. Comunicado Nº 50 de 19 de novembro de 2019, Ministério da Economia.
     

  • Nota Técnica da ANVISA que trata dos cuidados médicos com pacientes suspeitos do Covid-19, bem como os EPIs a serem utilizados e regras básicas para fabricação dos mesmos. NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020.

  • Recomendações da OMS (Na língua Inglesa) dos procedimentos e uso racional de EPIs no atendimento aos pacientes com suspeita de Covid-19, reduzindo o desperdício de recursos como os EPIs. (Rational use of personal protective equipment (PPE) for coronavirus disease (COVID-19), de 19 de março de 2020)
     

  • Norma Regulamentadora de número 32, que trata da segurança do trabalho nos serviços de saúde, incluindo o uso a de EPIs. NR32 da Portaria nº 3.214 de 08 de junho de 1978 e Portaria nº 485, de 11 de novembro de 2005, Ministério do Trabalho.
     

  • Norma Regulamentadora de número 06, que trata sobre o uso e aprovação de EPIs. NR06 da Portaria nº 3.214 de 08 de junho de 1978, Ministério do Trabalho.
     

  • Boas práticas para o processamento de produtos para saúde, incluindo EPIs. RESOLUÇÃO - RDC Nº 15, DE 15 DE março de 2012.
     

  • Protocolo que estabelecer a orientação para uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI). Protocolo Nº 8, da ANVISA (Atualizado em 10/09/2019).

A fabricação de EPIs no Brasil requer alguns requisitos mínimos de produção, como:

 

Demandas Recebidas

Se você tiver demanda de EPIs, favor entrar em contato com ronaldo.rohloff@sc.senai.br  ou pelo telefone 48 999193676

Se você tiver interesse em contribuir fabricando EPIs, favor entrar em contato com ronaldo.rohloff@sc.senai.br  ou pelo telefone 48 999193676

Envie suas dúvidas através do formulário abaixo ou pelo whatsapp: (48) 984 22 01 62

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