Produção industrial em Santa Catarina cresce acima da média nacional

Os resultados da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE mostram que a produção industrial catarinense cresceu 1,2% na comparação com fevereiro de 2019, e 3,0% no confronto com o mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, a produção industrial avançou 2,8%, acima da média brasileira, que recuou 2,2%. Esse crescimento posiciona a indústria de transformação catarinense em 4º lugar no ranking de desempenho entre as Unidades Federativas.


A Produção Industrial Catarinense cresceu 1,2% em relação a fevereiro de 2019, estando no rol dos 6 locais que tiveram variação positiva, dos 15 pesquisados pelo IBGE. Essa variação coloca Santa Catarina no 5º lugar no ranking estadual da produção industrial no comparativo março-fevereiro/2019. Os melhores desempenhos foram observados no Espírito Santo (3,6%), no Rio de Janeiro (2,9%), em Goiás (2,3%) e no Paraná (1,5%). Do lado oposto, os locais que registraram queda na sua produção industrial foram os estados do Pará (-11,3%), Bahia (-10,1%) e Região Nordeste (-7,5%). Em comparação com o índice da produção industrial brasileira no mês de março, o desempenho de Santa Catarina é 13,2 p.p. superior, conforme as flutuações do índice de base fixa (média de 2012).



Na comparação com março de 2018, a produção industrial catarinense avançou 3%, valor acima da média nacional (-6,1%). Esse desempenho coloca Santa Catarina no 2º lugar nacional, atrás apenas de Rio Grande do Sul, que cresceu 3,4%. O Paraná ocupa a terceira posição desse ranking, com crescimento de 2,4% no período. Com esses resultados, a região Sul do Brasil foi a única que registrou crescimento da produção industrial nesse comparativo. Os estados que registraram maiores recuos na produção industrial foram Pará (-12,5%), Mato Grosso (-12,3%) e Espírito Santo (-11,1%).


No acumulado do ano, em relação ao mesmo período do ano anterior, a produção industrial catarinense cresceu 2,8%. Nesse comparativo, Santa Catarina está atrás do estado do Paraná (7,8%) e do Rio Grande do Sul (5,5%). Do lado oposto, o Espírito Santo (-8,5%), Amazonas (-5,1%) e Mato Grosso (-5,0%) registraram os maiores recuos na produção industrial.


Analisando separadamente a indústria de transformação, a variação acumulada coloca Santa Catarina no 4º lugar no ranking da produção industrial por UF, atrás do Paraná (7,8%) e de Rio Grande do Sul (5,5%) e Goiás (3,3%), sendo que o desempenho do Paraná foi influenciado pelo resultado positivo da fabricação de máquinas e equipamentos (18,5%). Os estados do Pará (-8,9%) e Espírito Santo (-7%) registraram recuo na produção industrial nesse comparativo, reflexo da queda 32,4% do setor metelúrgico da indústria Paraense, e do setor de Celulose e Papel, que caiu 32,2% na indústria capixaba.


Na indústria catarinense, o resultado do ano é puxado pelas atividades de Máquinas e equipamentos (14,5%) e Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (9,9%). Do lado oposto, registraram queda na produção industrial os setores de borracha e material plástico (-2,6%), têxteis (-1,6%), confecção (-0,8%) e alimentos (-0,7%).





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