PIB do Brasil cresce 1,1% em 2018 e mostra retomada lenta da economia

Atualizado: 1 de Mar de 2019

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou na quinta-feira (28/02/19), que o PIB cresceu 1,1% na comparação com 2017, totalizando R$ 6,8 trilhões. É a segunda alta consecutiva, após dois anos de retração da economia brasileira.


A alta foi puxada principalmente pelo desempenho positivo do setor de serviços, que cresceu 1,3% no ano. Com crescimento mais modesto, a indústria (+0,3%) e a agropecuária (+0,1%) também contribuíram para o crescimento do PIB.


O crescimento do setor de Serviços é resultado das atividades imobiliárias, que avançou 3,1%, seguida por Comércio (2,3%), Transporte, armazenagem e correio (2,2%), Outras atividades de serviços (1,0%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,4%), Informação e comunicação (0,3%) e Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,2%).


Já o desempenho positivo da Agricultura foi impulsionado pelas atividades de café (29,4%), algodão (28,4%), trigo (25,1%) e soja (2,5%). Por outro lado, houve quedas em lavouras como a do milho (-18,3%), laranja (-10,7%), arroz (-5,8%) e cana (-2,0%). Na Indústria, o destaque positivo foi o desempenho da atividade Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, que cresceu 2,3% em relação a 2017. Já o destaque negativo foi a Construção, que sofreu contração de -2,5%.


O desempenho de 2018 colocou o Brasil na 42ª colocação na lista da Austin Rating, de acordo com notícia do G1. A lista leva em conta os resultados das maiores economias do mundo. O crescimento da economia do Brasil está abaixo do registrado em outras economias como Peru (4%), México (2%) e Nigéria (1,9%).


Em comparação com o 4º trimestre de 2018, o PIB cresceu 0,1%. De acordo com o IBGE, é o oitavo resultado positivo consecutivo nesta base de comparação. A Agropecuária e os Serviços apresentaram variação positiva de 0,2%, e a Indústria recuou 0,3%. Frente ao 4º trimestre de 2017, o avanço foi maior (1,1%). Nesse comparativo a Agropecuária registrou crescimento de 2,4%, a Indústria caiu 0,5% e Serviços subiu 1,1%.




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