Pela segunda vez consecutiva, Florianópolis se destaca pelo seu ecossistema de tecnologia

Em 14/02/2019 foi divulgado o relatório do Bradesco BBI apontando o papel crucial da cidade de Florianópolis para o setor de tecnologia do país. O relatório mostra o otimismo com relação a possibilidade de inserção de novas empresas de tecnologia na bolsa de valores, e Florianópolis tem muito a contribuir devido às promissoras empresas instaladas na cidade e ao ecossistema de inovação bem estruturado.


Em função do ecossistema de tecnologia favorável e competente, pelas ofertas de emprego e pela qualidade de vida, Florianópolis é chamada de Vale do Silício brasileiro. Além das competências qualitativas, Santa Catarina também se destaca por concentrar mais de 20% das startups na capital catarinense, mesmo possuindo apenas 3% da população brasileira.


No tocante a grandeza do setor, o setor de tecnologia de Florianópolis, em 2017, faturou R$ 4,72 milhões, com esse resultado a cidade está ranqueada em 9º lugar do setor no país. O número de empresas do município é de 2.629 e o total de funcionários do setor são 12.403.


Algumas startups de destaques na cidade são Neoway e Resultados Digitais, que possivelmente serão as próximas empresas unicórnios do país, a Gntech empresa focada no Healthcare na farmacogenética e no desenvolvimento de tratamentos mais eficazes com base na genética dos clientes, a Decora fundada como uma plataforma para conectar designers e usuários (B2C), e a Sumone que desenvolveu uma plataforma voltada principalmente para serviços de varejo físico.

O polo tecnológico de Florianópolis possui um ecossistema favorável, que vem sendo construído e amadurecido nos últimos 30 anos e contam com as entidades que fomentam a inovação na região de Florianópolis, são algumas delas: Acate (associação que visa o apoio às empresas de tecnologia do estado), o Miditec, incubadora recém ranqueada como a quinta melhor incubadora de empresas do mundo, a Darwin, que se enquadra como aceleradora de empresas startups, a Fundação Certi, que proporciona o fomento tecnológico do estado de Santa Catarina e através da incubadora Celta, que apoia pequenas empresas novas de base tecnológica até que alcançassem sua autonomia produtiva e econômica.


Nesse cenário a cidade também abriga o parque industrial ParqTec Alfa e o Sapiens Parque, que buscam favorecer o desenvolvimento econômico, científico e tecnológico da Grande Florianópolis com a prática de políticas de apoio à criação e fortalecimento de empreendimentos de importantes segmentos econômicos da região.

A academia científica também tem forte influência no ecossistema, a cidade possui universidade federal, estadual e diversas particulares localizadas próximas ao polo tecnológico.


O benefício fiscal oferecido pela Prefeitura de Florianópolis também é um facilitador para o empreendedor no processo de inserção no mercado, ao oferecer alíquota menor de ISS para empresas do setor de tecnologia, o maior arrecadador de impostos do município.


O trabalho em integração entre os atores e a organização da classe empresarial suporta o sucesso do setor em Florianópolis, programas criados em parcerias com as classes empresariais, governo e academia como "Programa de Excelência SC", desenvolvido pelo Sebrae/SC, Fiesc e Fecomércio/SC, o programa "Pacto pela Inovação" iniciativa do Governo do Estado para integrar a academia, governos, empresas e a sociedade civil.


Por conta de todos estes fatores, Florianópolis foi eleita, pelo 3º ano consecutivo, a segunda cidade mais empreendedora do país, segundo o Índice de Cidades Empreendedoras - ICE 2017, publicado pela Endeavor Brasil. Além de iniciativas para financiamento para inovação por meio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Finep e BNDES.


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