Panorama do Comércio Exterior Catarinense

Atualizado: 23 de Ago de 2018



Evolução dos principais parceiros comerciais cartarinenses

A ampliação e diversificação dos mercados para o escoamento de produtos catarinenses é elemento que não só permite ganhos de escala na produção local, como também reduz os riscos atrelados às instabilidades da demanda nacional. Entre os benefícios, as exportações podem conduzir à redução dos efeitos da sazonalidade, incrementos no faturamento e lucratividade, melhoria na qualidade dos produtos ofertados, aumento de produtividade, otimização da capacidade produtiva e aprimoramento tecnológico.


Nos últimos anos, a taxa de crescimento das exportações catarinenses tem se alternado entre anos positivos e negativos. Em 2011, o volume exportado foi o maior dos últimos anos, com um total de US$ 9 bilhões de dólares. A partir deste ano, o volume exportado manteve trajetória decrescente, chegando a US$ 7,5 bilhões em 2016. Assim, ainda que no período entre 2010 e 2017, a taxa média anual foi superior a 1,6%, acredita-se que o potencial de exportações catarinense é ainda maior, podendo existir uma estabilidade de crescimento em torno de 1,5%.


Neste cenário, a dinâmica abaixo da evolução do comércio exterior apresenta os principais parceiros comerciais catarinenses desde 2012, tanto nas exportações quanto nas importações. Do lado das vendas, Paraguai, México e China ganham destaque, já pelo lado das importações, os produtos chilenos e argentinos perdem relevância, dando mais espaço para a Índia e Estados Unidos.


Fonte: Observatório da FIESC. MDIC, 2018.

*Dados até maio de 2018.


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