China desafia o setor farmacêutico mundial

As maiores empresas mundiais do setor farmacêutico, entre elas Roche, Bayer, Novartis e Sanofi, responderam positivamente ao apelo do governo chinês para participarem da Exposição Internacional de Importações de Xangai.


O país concentra o segundo maior mercado consumidor de medicamentos e outros produtos industriais do mundo, totalizando 110 mil milhões de euros por ano – e que possivelmente se tornará o maior consumidor mundial em 2030. Hoje atrás apenas dos Estados Unidos no volume de consumidores.


O chamado chinês impressionou quem achava que o país iria se inibir diante das ameaças de embarco comercial anunciadas pelo governo americano. E como esperado os gigantes globais do setor estão cumprindo seu papel comercial em busca de uma fatia do desejado mercado asiático.


A verdade é que como um dos principais drivers mundial de inovação e significativa capacidade de investimento governamental, o país está atraindo parceiros internacionais não apenas para relações comerciais de consumo, mas igualmente para relações de produção de longo prazo.


Como parte do plano ‘Made in China 2025’, Pequim quer pelo menos uma centena de empresas farmacêuticas chinesas exportando medicamentos nos principais mercados mundiais. Uma das estratégias traçadas para atingir essa meta é atrair players internacionais interessados em novos acionistas como por exemplo, a Bayer – que, segundo analistas, passa por dificuldades financeiras desde que comprou a Monsanto.


Time Observatório:

Angélia Berndt

Camilie Pacheco Schmoelz

Danille Biazzi Leal


Fonte: Portal Protec.

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