Apesar de quedas, perspectivas dos empresários para os próximos seis meses permanecem otimistas

Os resultados da Sondagem da Construção de fevereiro mostram que houve recuperação do nível da intenção de investimento catarinense após três quedas consecutivas. O nível de atividade em relação ao usual demonstrou leve queda, enquanto que a utilização da capacidade operacional apesar da ínfima redução, é o terceiro maior valor desde 2016. As perspectivas dos empresários para os próximos seis meses estão otimistas: todos os índices se encontram acima da média brasileira.



O cenário atual da Indústria da Construção


Nível de Atividade em Relação ao Usual


O nível de atividade recuou 2,6 pontos em fevereiro, registrando 40,2 pontos no mês. Com essa queda, o nível de atividade se afasta do nível usual (50 pontos). No Brasil, o índice de atividade recuou 2,8 pontos, registrando 35,9 pontos em fevereiro. Com essa queda, o nível de atividade também está mais longe do usual para o mês.


Utilização da Capacidade de Operação (%)

A utilização da capacidade de operação registrou queda de 2 pontos percentuais, registrando 66% em fevereiro. Esse desempenho é o terceiro melhor no período compreendido desde março de 2016. No Brasil, a Utilização da Capacidade Operacional fechou fevereiro com 56%, com aumento de 1 ponto percentual em relação ao mês anterior.

Expectativas da indústria da Construção


As expectativas dos empresários do setor de Construção de Santa Catarina para os próximos 6 meses quanto ao nível de atividade, compra de insumos, novos empreendimentos e número de empregados apresentam comportamento similar. Com exceção da intenção de investimento - que não segue a especificação dos 50 pontos, mas sim quanto maior o valor, maior a propensão a investir - todos os indicadores tiveram queda no mês, mas seguem demonstrando otimismo.



A intenção de investir catarinense para os próximos 6 meses registrou 39,1 pontos em março. Quanto mais próximo de 100, maior a propensão a investir da indústria. No Brasil, de acordo com a CNI, o índice – que se refere à compras de máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento, inovação de produto ou processo - diminuiu nos dois últimos meses. O indicador de março registra 34 pontos; trata-se da segunda queda no ano, ambas de 2 pontos.



O ICEI da Construção caiu 2,5 pontos em março, mantendo-se acima da linha divisória dos 50 pontos. Todos os indicadores apresentaram queda, que foi influenciada principalmente pelo indicador de expectativas, para o cenário econômico nacional, catarinense e das próprias empresas. No Brasil, o ICEI da indústria da construção foi de 59,8 pontos, aumento de 3,5 pontos em relação à fevereiro.



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