Em abril, indústria de Santa Catarina é a segunda que mais cresce

Atualizado: 2 de Ago de 2018


Ainda sem os reflexos da greve dos caminhoneiros, o desempenho da indústria de Santa Catarina em abril de 2018 mantém a recuperação das perdas observadas nos anos anteriores. Na comparação com março de 2018, houve avanço de 1,9% e, no confronto com o mesmo mês do ano anterior, a ampliação foi de 14,6%. Esse resultado representa um aumento de 7,1% no acumulado do ano, acima da média brasileira, posicionando a indústria de transformação do Estado em 2º lugar no ranking de desempenho entre as Unidades Federativas do mês.



No ranking comparativo das Unidades Federativas, a posição de Santa Catarina varia conforme o critério de comparação:

Abril 2018/Março 2018* Indústria Geral: 8º LUGAR

Abril 2018/Abril 2017 Indústria Geral: 2º LUGAR, Indústria de Transformação: 2º LUGAR

Acumulado Jan-Abril Indústria Geral: 3º LUGAR, Indústria de Transformação: 3º LUGAR


A Produção Industrial Catarinense cresceu no mês de abril em relação a março do mesmo ano 1,9%, estando no rol dos 10 locais que tiveram variação positiva dos 15 locais pesquisados pelo IBGE. A liderança do mês é puxada pela Bahia (7%), Rio de Janeiro (6%) e Minas Gerais (4,4%). Do lado oposto, o maior decréscimo ocorreu no Pará (-8,1%). No comparativo com o índice do Brasil, o comportamento de Santa Catarina mantém tendência superior de crescimento, conforme as flutuações do Índice de base fixa de comparação (média de 2012).



O maior destaque da produção catarinense está no comparativo com abril de 2017, onde houve avanço de 14,6% da produção física da indústria de transformação, valor acima da média nacional (8,9%), colocando Santa Catarina em segundo lugar nacional, atrás apenas de São Paulo, que cresceu (14,8%), puxado pelo desempenho da fabricação de veículos, que cresceu significativos 41,5%. Os maiores destaques negativos ficam com Espírito Santo (-3,5%) e Pará (-2,2%).

Já o crescimento observado em Santa Catarina, frente a abril de 2017, é resultado da ampliação de quase todos os setores investigados, com exceção Máquinas e Aparelhos Elétricos, que permaneceu estável (0%). De acordo com o IBGE, os impactos positivos no mês foram gerados especialmente pela expansão da Metalurgia (42%), de Produtos de Metal (23,6%) e do Vestuário (23,1%.).


No acumulado do ano, em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento é mantido, com avanço de 7,1%, atrás apenas de Amazonas (21,5%), que deve sua posição à influência positiva da Zona Franca de Manaus e ao crescimento de 46,6% na fabricação de Equipamentos de informática e eletrônicos, e de São Paulo (7,7%), onde houve expansão nas atividades de Veículos Automotores (23,5%). Do lado oposto, Espírito Santo (-5%) e Minas Gerais (-0,8%) são os únicos que permanecem com resultados negativos.



Quando apenas a Indústria de Transformação é avaliada, o desempenho acumulado mantém Santa Catarina na 3ª posição, novamente atrás do Amazonas (23,2%) e de São Paulo (7,7%). No extremo oposto, encontra-se o Espírito Santo (-6,9%) e Pará (-1,3%), ambos com grandes recuos em Minerais não-metálicos, -18,1% na indústria capixaba e -26,4% na indústria paraense. Na indústria catarinense, o resultado do ano é puxado pelas atividades de Metalurgia (34,4%), Fabricação de Produtos de Metal (20,4%) e Veículos Automotores (14,4%).


Para mais informações, acesse o Portal Setorial da FIESC.




  • Facebook - Círculo Branco
  • Twitter - Círculo Branco
  • LinkedIn - Círculo Branco
  • YouTube - Círculo Branco

Iniciativa da FIESC - Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina

Rod. Admar Gonzaga, 2765 - Florianópolis/SC - 88034-001