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ENERGIA

GRANDES

NÚMEROS

36.283
Empregos

4,7% da indústria de SC

707
Estabelecimentos

1,4% da indústria de SC

R$ 11,7 bilhões
Valor Bruto da Produção Industrial

8,1% da indústria de SC

R$ 4,75 bilhões
Valor da Transformação Industrial

7,4% da indústria de SC

R$ 149 mil
Produtividade

por trabalhador industrial

Exportações

US$ 788,1 milhões
8,8% da indústria de SC

Importações

US$ 1,1 bilhões
7,1% da indústria de SC

Posição em Santa Catarina

Produtividade
 

Exportações
 

11º

Estabelecimentos
 

Empregos
 

ENERGIA

MERCADO 

DE TRABALHO

36.283
Empregos

4,7% da indústria de SC

707
Estabelecimentos

1,4% da indústria de SC

 

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Estabelecimentos e empregos segundo o porte

Dos 707 estabelecimentos, 92,2% são micro ou pequenas indústrias (até 99 empregados). Juntos, esses estabelecimentos empregam 20,1% dos trabalhadores do setor. 

EMPREGOS

ESTABELECIMENTOS

72,8%
66,7%
27,2%
33,3%
R$ 3.972
R$2.394
80,5%
60,8%
19,5%
39,2%

Quanto ao perfil dos trabalhadores, destaca-se que a remuneração média do setor é de R$ 3.972, valor superior à média da indústria (R$ 2.394). O gênero predominante é o masculino (72,8%), e 80,5% dos trabalhadores possuem escolaridade básica completa, percentual acima do observado para a indústria catarinense (60,8%).

Evolução do número de empregos e estabelecimento

O setor mostrou variação de -3,48% no número de empregos entre 2010 e 2018. Em termos de estabelecimentos, houve ampliação de 24,2% no mesmo período.

EMPREGOS

ESTABELECIMENTOS

Composição dos empregos

Dentro do setor, a atividade de fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos é a predominante, com 28% dos trabalhadores. Em seguida aparecem as atividades de fabricação de eletrodomésticos, com participação de 23,2% e a atividade de fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica, com 20,5% do total de empregos do setor.

PARTICIPAÇÃO DOS EMPREGOS (%)

Distribuição dos empregos por município

Os municípios de maior destaque no setor de Energia são Jaraguá do Sul (26%), Joinville
(22,9%) e Florianópolis (7,8%), que juntos empregam 56,7% dos trabalhadores desse setor em
Santa Catarina.

2º JOINVILLE

8.302 (22,9%)

1º JARAGUÁ

DO SUL

9.422 (26%)

3º FLORIANÓPOLIS

2.823 (7,8%)

ENERGIA

PRODUÇÃO

R$ 11,7 bilhões

Valor Bruto da Produção Industrial

8,1% da indústria de SC

R$ 4,75 bilhões

Valor da Transformação Industrial

7,4% da indústria de SC

 

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Produção Industrial & Transformação Industrial

Em 2017, o Valor Bruto da Produção Industrial (VBPI) do setor de Energia foi de R$ 11,7 bilhões, o que representa uma queda de 0,1% em relação a 2016. Já o Valor da Transformação Industrial (VTI) do setor de Energia foi de R$ 4,75 bilhões, o que representa um aumento de 5,5% em relação a 2016
 

O Grau de Industrialização (calculado a partir da participação do Valor da Transformação sobre o Valor Bruto da produção) do setor de Energia é de 40,3%, inferior à média da indústria de Santa Catarina (de 43,7%). 

Evolução da produtividade

A produtividade do trabalhador pode ser mensurada de diversas formas, uma delas é a partir da razão entre o Valor da Transformação Industrial e o Número de Pessoas Ocupadas

Em 2017, a produtividade do setor de Energia alcançou o valor de R$ 149,5 mil por trabalhador, variação de -0,6% em relação a 2016.

PRODUTIVIDADE (EM R$ MIL)

Evolução da produção física industrial

Na atividade de Energia, o ano de 2018 fechou com variação de -1% em sua Produção Industrial. Esse valor é inferior ao observado no Brasil, que foi de -0,4%.

ENERGIA

COMÉRCIO EXTERIOR

Exportações

R$ 788 milhões

8,8% da indústria de SC

Importações

R$ 1,1 bilhões

7,1% da indústria de SC

 

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Evolução da balança comercial

Entre 2012 e 2018, o setor apresentou variação de -17,4% nas exportações e 17,3% nas importações. Esse desempenho nas vendas externas foi abaixo do observado para Santa Catarina (-4,6%) e, nas importações, maior que o do Estado (-13,5%).

Principais produtos exportados

Do total de US$ 788 milhões exportados pelo setor de Energia em 2018, destacam-se as vendas dos produtos Motores elétricos e Coque de Petróleo, com participação de 50,55% e 9,29%, respectivamente.

Destinos

Entre as exportações do setor de Energia em 2018, as relações comerciais de maior destaque são com a Estados Unidos, com 19,62% do total de vendas do setor, Argentina (6,64%) e Alemanha (6,28%).

Principais produtos importados

Do total de US$ 1,1 bilhões importados pelo se setor de Energia em 2018, destacam-se as compras dos produtos Aquecedores elétricos, Outros aparelhos para conexão de circuitos elétricos Partes de aparelhos elétricos, com participação de 15,51%, 9,81% e 8,54%, respectivamente.

Origens

Entre as importações do setor de Energia em 2018, as relações comerciais de maior destaque são com China, com 65,07% do total de compras estrangeiras do setor, seguido por Estados Unidos (10,22%) e Alemanha (3,6%) também merecem destaque.

 
ENERGIA

SAÚDE

643

ACIDENTES DE TRABALHO

 em 2017

18,72 acidentes a cada 1.000 trabalhadores

3

MORTES

decorrentes de acidentes de trabalho em 2017

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Acidentes de trabalho

O setor mostrou queda na taxa de acidentes de trabalho (acidentes a cada 1.000 trabalhadores) de 38% entre 2012 e 2017, uma média de -9% ao ano. Em 2017, esses registros representaram 3,8% do total do estado. Maior parte dos acidentes foram típicos, decorrentes da característica da atividade profissional desempenhada pelo indivíduo. As partes do corpo mais afetadas devido aos acidentes foram as mãos e lesões em múltiplas regiões do corpo. Os dados aqui apresentados correspondem aos acidentes de trabalho com e sem comunicação (CAT).

PARTES DO CORPO MAIS ATINGIDAS

10,9%

Lesões múltiplas

10,0%

Pés

Nota: Partes do corpo mais atingidas em acidentes com Comunicação de Acidentes de Trabalho (não considerados os acidentes sem CAT). 


Fonte: Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, 2017.

EVOLUÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO E MORTES DECORRENTES DE ACIDENTES DE TRABALHO

TIPOS DE ACIDENTE DE TRABALHO

Mãos

28,4%

Afastamentos do ambiente de trabalho por motivo de saúde

Em 2017, a maioria (94,4%) dos afastamentos por motivo de saúde do Setor decorreram de doenças não relacionadas ao trabalho. A estimativa de custo das empresas com os 15 primeiros dias de afastamento por motivos de saúde, em 2017, foi de R$5.098.585,19. Lembrando que neste valor não estão incluídos os encargos salariais.

MOTIVOS DOS AFASTAMENTOS DO AMBIENTE DE TRABALHO

EVOLUÇÃO DOS AFASTAMENTOS DO AMBIENTE DE TRABALHO

Nota: Os dados de afastamentos do ambiente de trabalho apresentados neste documento são referentes aqueles superiores ou inferiores a 15 dias, independentemente de ter gerado benefício no INSS.  

Consequências dos afastamentos

CUSTO PARA EMPRESA COM AFASTAMENTO

Gastos com os primeiros 15 dias de afastamento do trabalhador por motivos de saúde (média salarial)

GASTOS TOTAIS COM SAÚDE

R$ 5.098.585,19

4,5% da massa salarial

R$ 564.611,84

gastos com afastamentos ocupacionais

0,3% da massa salarial

R$ 4.533.973,35

gastos com afastamentos por doença não relacionada ao trabalho

4,1% da massa salarial

Benefícios acidentários concedidos

Entre 2012 e 2017, o setor apresentou variação de -44% na taxa de benefícios acidentários concedidos (número de benefícios concedidos a cada 1.000 trabalhadores). Em 2017, 233 trabalhadores do setor foram afastados do emprego por um período superior a 15 dias, o que gerou auxílio-doença acidentário. Os trabalhadores do setor ficaram em média 103 dias afastados. Fraturas e doenças osteomuscular e do tecido conjuntivo foram as principais causas da concessão do benefício.

233

benefícios acidentários concedidos em 2017
6,72 benefícios a cada 1.000 trabalhadores

103,88

dias de trabalho

perdidos por benefício

R$ 1,58

milhão

custo previdenciário

EVOLUÇÃO DOS BENEFÍCIOS

PRINCIPAIS CAUSAS DE CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS

 

ENERGIA

TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS

E DE MERCADO

GERAÇÃO DISTRIBUÍDA

ENERGIA RENOVÁVEL

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

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Geração Distribuída

Os sistemas de fontes de energia distribuída são tecnologias descentralizadas, modulares e mais flexíveis, localizadas próximas à carga que servem, embora tenham capacidade de apenas 10 Megawatts (MW) ou menos. A geração e o armazenamento distribuídos permitem a coleta de energia de várias fontes e podem reduzir os impactos ambientais e melhorar a segurança do fornecimento. Os microredes empregam cada vez mais uma mistura de diferentes recursos de energia distribuída, como os sistemas de energia híbrida solar, que reduzem significativamente a quantidade de carbono emitido.

Energia Renovável

A energia renovável é geralmente definida como energia que é coletada de recursos que são naturalmente reabastecidos em uma escala de tempo humana, como a luz do sol, vento, chuva, marés, ondas e calor geotérmico. Prevê-se que os mercados nacionais de energia renovável continuem a crescer fortemente na próxima década e além. Como a maioria das renováveis fornece eletricidade, a distribuição de energia renovável é frequentemente aplicada em conjunto com a eletrificação, o que traz vários benefícios. Além de que a eletrificação com energia renovável é muito mais eficiente e, portanto, leva a uma redução significativa nas necessidades de energia primária, porque a maioria das energias renováveis não tem um ciclo de vapor com altas perdas (usinas fósseis geralmente têm perdas de 40 a 65%).

Eficiência Energética

Isolar uma casa permite que uma construção use menos energia de aquecimento e resfriamento para alcançar e manter uma temperatura confortável. Instalar lâmpadas fluorescentes, luzes de LED ou clarabóias naturais reduz a quantidade de energia necessária para atingir o mesmo nível de iluminação em comparação com o uso de lâmpadas incandescentes tradicionais. Melhorias na eficiência energética são geralmente alcançadas pela adoção de uma tecnologia mais eficiente ou processo de produção ou pela aplicação de métodos comumente aceitos para reduzir as perdas de energia.

Fontes

Empregos e Estabelecimentos: Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
Valor Bruto da Produção Industrial, Valor da Transformação Industrial e Produtividade: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Exportações e Importações: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pesquisa Indicadores Industriais – Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC).

Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

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Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina

Rod. Admar Gonzaga, 2765 - Florianópolis/SC - 88034-001