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BENS DE CAPITAL

GRANDES

NÚMEROS

49.215
Empregos

6,5% da indústria de SC

2.955
Estabelecimentos

5,9% da indústria de SC

R$ 8,63 bilhões
Valor Bruto da Produção Industrial

5,9% da indústria de SC

R$ 4,06 bilhões
Valor da Transformação Industrial

6,3% da indústria de SC

R$ 111,2 mil
Produtividade

por trabalhador industrial

Exportações

US$ 603 milhões
8,1% da indústria de SC

Importações

US$ 1,2 bilhões
8,6% da indústria de SC

Posição em Santa Catarina

Produtividade
 

Exportações
 

Estabelecimentos
 

Empregos
 

BENS DE CAPITAL

MERCADO 

DE TRABALHO

49.215
Empregos

6,5% da indústria de SC

2.955
Estabelecimentos

5,9% da indústria de SC

 

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Estabelecimentos e empregos segundo o porte

Dos 2.955 estabelecimentos, 97,4% são micro ou pequenas indústrias (até 99 empregados). Juntos, esses estabelecimentos empregam 49,6% dos trabalhadores do setor.

EMPREGOS

ESTABELECIMENTOS

83,1%
66%
16,9%
34%
R$ 3.204
R$2.394
75,2%
60,8%
24,8%
39,2%

Quanto ao perfil dos trabalhadores, destaca-se que a remuneração média do setor é de R$ 3.204, valor superior à média da indústria (R$ 2.394). O gênero predominante é o masculino (83,1%), e 75,2% dos trabalhadores possuem escolaridade básica completa, percentual acima do observado para a indústria catarinense (60,8%).

Evolução do número de emprego e estabelecimentos

O setor mostrou variação de 20,2% no número de empregos entre 2010 e 2018. Em termos de estabelecimentos, houve ampliação de 39,2% no mesmo período.

EMPREGOS

ESTABELECIMENTOS

Composição dos empregos

Dentro do setor, a atividade de Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão é a predominante, com 25,5% dos trabalhadores. Na sequência aparecem as atividades de Fabricação de máquinas e equipamentos de uso industrial específico (com 23%) e Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral (com 21,5%).

PARTICIPAÇÃO DOS EMPREGOS (%)

Distribuição dos empregos por município

Os municípios de maior destaque no setor de Bens de Capitais são Joinville (29,4%), Jaraguá do Sul (5,4%) e Blumenau (4,1%), que juntos empregam 38,5% dos trabalhadores desse setor em Santa Catarina.

1º JOINVILLE

14.463 (29,4%)

2º JARAGUÁ DO SUL

2.638 (5,4%)

3º BLUMENAU

2.031 (4,1%)

BENS DE CAPITAL

PRODUÇÃO

R$ 8,63 bilhões

Valor Bruto da Produção Industrial

5,9% da indústria de SC

R$ 4,01 bilhões

Valor da Transformação Industrial

6,4% da indústria de SC

 

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Produção Industrial e Transformação Industrial

Em 2017, o Valor Bruto da Produção Industrial (VBPI) do setor de Bens de Capital foi de R$ 8,63 bilhões, o que representa um aumento de 1,72% em relação a 2016. Já o Valor da Transformação Industrial (VTI) do setor de Bens de Capital foi de R$ 4 bilhões, o que representa um aumento de 1,2% em relação a 2016. 
 

O Grau de Industrialização (calculado a partir da participação do Valor da Transformação sobre o Valor Bruto da produção) do setor de Bens de Capital é de 47,1%, superior à média da indústria de Santa Catarina (de 43,7%). 

Evolução da produtividade

A produtividade do trabalhador pode ser mensurada de diversas formas, uma delas é a partir da razão entre o Valor da Transformação Industrial e o Número de Pessoas Ocupadas


Em 2017, a produtividade do setor de Bens de Capital alcançou o valor de R$111,3 mil por trabalhador, variação de 2,5% em relação a 2016.

PRODUTIVIDADE (EM R$ MIL)

Evolução da produção física industrial

Na atividade de Bens de Capital, o ano de 2018 fechou com variação de 2,7% em sua Produção Industrial. Esse valor é superior ao observado no Brasil, que foi de 3,6%

FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

BENS DE CAPITAL

COMÉRCIO EXTERIOR

Exportações

US$ 603 milhões

8,1% da indústria de SC

Importações

US$ 1,2 bilhões

8,6% da indústria de SC

 

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Evolução da balança comercial

Entre 2012 e 2018, o setor apresentou variação de -33,1% nas exportações e -0,7% nas importações. Esse desempenho nas vendas externas foi inferior do observado para Santa Catarina (-0,3%) e, nas importações, maior que o do Estado (-6,3%).

Principais produtos exportados

Do total de US$ 603 milhões exportados pelo setor de Bens de Capital em 2018, destacam-se as vendas dos produtos Bombas de ar e Bombas de líquidos, com participação de 44,7% e 8,1%, respectivamente.

Destinos

Entre as exportações do setor de Bens de Capital em 2018, as relações comerciais de maior destaque são com o Estados Unidos, com 16,4% do total de vendas do setor, México (13,9%) e Argentina (9,5%).

Principais produtos importados

Do total de US$ 1,2 bilhões importados pelo setor de Bens de Capital em 2018, destacam-se as compras dos produtos Aparelhos de Pulverizar, Aparelhos de Elevação, com participação de 2,7%, 1,7% respectivamente.

Origens

Entre as importações do setor de Bens de Capital em 2018, as relações comerciais de maior destaque são com China, com 43,9% do total de compras estrangeiras do setor, seguido por Alemanha (12,5%) e Japão (8,2%) também merecem destaque.

 
BENS DE CAPITAL

SAÚDE

960

ACIDENTES DE TRABALHO

 em 2017

23,7 acidentes a cada 1.000 trabalhadores

2

MORTES

decorrentes de acidentes de trabalho em 2017

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Acidentes de trabalho

O setor mostrou queda na taxa de acidentes de trabalho (acidentes a cada 1.000 trabalhadores) de 25% entre 2012 e 2017, uma média de -5% ao ano. Em 2017, esses registros representaram 5,7% do total do estado. Maior parte dos acidentes foram típicos, decorrentes da característica da atividade profissional desempenhada pelo indivíduo. As partes do corpo mais afetadas devido aos acidentes foram as mãos e os pés. Os dados aqui apresentados correspondem aos acidentes de trabalho com e sem comunicação (CAT).

TIPOS DE ACIDENTE DE TRABALHO

PARTES DO CORPO MAIS ATINGIDAS

Cabeça

7,4%

Mãos

44,2%

Pés

8,5%

Nota: Partes do corpo mais atingidas em acidentes com Comunicação de Acidentes de Trabalho (não considerados os acidentes sem CAT). 


Fonte: Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, 2017.

EVOLUÇÃO DOS ACIDENTES DE TRABALHO E MORTES DECORRENTES DE ACIDENTES DE TRABALHO

Afastamentos do ambiente de trabalho por motivo de saúde

Em 2017, a maioria (86,5%) dos afastamentos por motivo de saúde do Setor decorreram de doenças não relacionadas ao trabalho. A estimativa de custo das empresas com os 15 primeiros dias de afastamento por motivos de saúde, em 2017, foi de R$3.967.488,44. Lembrando que neste valor não estão incluídos os encargos salariais.

MOTIVOS DOS AFASTAMENTOS DO AMBIENTE DE TRABALHO

Nota: Os dados de afastamentos do ambiente de trabalho apresentados neste documento são referentes aqueles superiores ou inferiores a 15 dias, independentemente de ter gerado benefício no INSS.  

EVOLUÇÃO DOS AFASTAMENTOS DO AMBIENTE DE TRABALHO

Consequências dos afastamentos

CUSTO PARA EMPRESA COM AFASTAMENTO

Gastos com os primeiros 15 dias de afastamento do trabalhador por motivo de saúde (média salarial)

GASTOS TOTAIS COM SAÚDE

R$ 3.967.488,44

2,2% da massa salarial

R$ 655.698,36

gastos com afastamentos ocupacionais

0,4% da massa salarial

R$ 3.311.790,08

gastos com afastamentos não relacionados com o trabalho

1,8% da massa salarial

Benefícios acidentários concedidos

418

benefícios acidentários concedidos em 2017
10,32 benefícios a cada 1.000 trabalhadores

93,36

dias de trabalho

perdidos por benefício

R$ 2,53

milhões

custo previdenciário

PRINCIPAIS CAUSAS DE CONCESSÃO DE BENEFÍCIOS

EVOLUÇÃO DOS BENEFÍCIOS

 

BENS DE CAPITAL

TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS

E DE MERCADO

MODELAGEM E SIMULAÇÃO

AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA

MANUFATURA ADITIVA

Entre 2012 e 2017, o setor apresentou variação de -36% na taxa de benefícios acidentários concedidos (número de benefícios concedidos a cada 1.000 trabalhadores). Em 2017, 418 trabalhadores do setor foram afastados do emprego por um período superior a 15 dias, o que gerou auxílio-doença acidentário. Os trabalhadores do setor ficaram em média 93 dias afastados. Fraturas e doenças osteomuscular e do tecido conjuntivo foram as principais causas da concessão do benefício.

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Modelagem e Simulação

Para determinar qual tipo de spoiler melhoraria a tração ao projetar um carro de corrida, uma simulação de computador do carro poderia ser usada para estimar o efeito de diferentes formas de spoiler sobre o coeficiente de atrito em um teste. 
Modelagem e simulação ajudam a reduzir custos, aumentar a qualidade de produtos e sistemas e documentar e arquivar lições aprendidas. Para garantir que os resultados da simulação sejam aplicáveis ao mundo real, a engenharia deve entender as suposições, conceituações e restrições de implementação desse campo emergente.

Automação e Robótica

A automação de processos robóticos (RPA) é uma forma emergente de tecnologia de automação de processos de negócios baseada na noção de robôs de software ou de inteligência artificial (IA). Os sistemas RPA desenvolvem a lista de ações observando o usuário executar essa tarefa na interface gráfica com o usuário (GUI) do aplicativo e, em seguida, executar a automação repetindo essas tarefas diretamente na GUI. Isso pode diminuir a barreira do uso de automação em produtos que, de outra forma, não teriam APIs para essa finalidade. As ferramentas do RPA diferem desses sistemas, incluindo recursos que permitem que os dados sejam manipulados em e entre vários aplicativos, por exemplo, recebimento de email contendo uma fatura, extração de dados e, em seguida, digitação em um sistema de contabilidade.

Manufatura Aditiva

A impressão 3D ou manufatura aditiva sinaliza o início de uma nova revolução industrial, sucedendo a montagem da linha de produção que dominou a manufatura a partir do final do século XIX, refere-se aos processos usados para sintetizar um objeto tridimensional em que camadas sucessivas de material são formadas sob o controle de um computador para criar um objeto. Os órgãos globais de padrões técnicos usam o termo oficial manufatura aditiva para esse sentido mais amplo.

Fontes

Empregos e Estabelecimentos: Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
Valor Bruto da Produção Industrial, Valor da Transformação Industrial e Produtividade: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Exportações e Importações: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pesquisa Indicadores Industriais – Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC).

Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

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Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina

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